sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

RELÂMPAGOS ENSANGUENTADOS

Roupas velhas, sapatos e golas inúteis, meias e luvas sujas, cordas e cardaços prontos para enforcar alguém - nada se comparava com aquelas agulhas de crochê enfiadas nos travesseiros, lembrando algo jamais visto, engraçado recordar momentos que não vivemos...
O cheiro de terra morta já estava engordurando minha imaginação, relâmpagos nostálgicos, formas e letras ditavam o que ia esquecendo, a cobiça no papel lavado de sangue. Vida e morte em uma só palavra.

ALEXANDRE ÉLIS

11 comentários:

atuações levianas disse...

eu prefiria goles ensanguentados, mas pelo visto vou ter que engolir relâmpagos...

thamis disse...

uuhh.. até estremeci com a descrição.
Não, eu não me considero 13, mas é um número de sorte pra mim

thamis disse...

thami.hart@hotmail.com

Fernando T disse...

Opa!
olha eu aqui, meu velho.
tá lembrando? o cara que pegou carona nas suas idéias hoje.
vai lá me ver na minha casa virtual.
eu sou beeeeem mais prolixo que vc, mas é bem provável que vc acha lá coisas que te divirtam.
abração!

Barbara Nonato disse...

Vida e morte juntas em uma palavra; o paradoxo perfeito.

Olivia P.' disse...

bela descrição dá até meedoo

Blog da Leleeh disse...

Muuuito bom o texto.. realmente impactante!

Neeto disse...

mt bom o post !!
profundo o texto kkk

Ricky Oz disse...

Eu não entendi muito bem, mas achei legal. É como um quadro abstrato, poucos entendem, mas não quer dizer que seja ruim.

http://rickyoz.blogspot.com/

Atoassa disse...

bem profundo mesmo, muito bom o paradoxo feito

Mr. Rïver disse...

Manero seu blog! Parabéns :D

S.Rïver
http://saimonrio.blogspot.com