sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

SURTO MUDO

Remoto controle que tenho da distancia em que o espaço se situa.
Acordei estranhamente perceptivo, o paladar acusava fome, o tato remoia agressões, a visão entendia nebulosos embaralhados, olfato capeava aleatoriedade quente e fria, tudo isso se passava como um surto mudo.

ALEXANDRE ÉLIS

12 comentários:

atuações levianas disse...

tomou um surto!

Glal disse...

SEmpre é legal voltar pro seu site!Parabens!
http://juventudeinformada.blogspot.com/

Enigmático e Realístico disse...

Não entendi a poesia, desculpe.

Alex Monteiro disse...

:D
Legal o poema!
Parabéns pelo blog!

Luds. França disse...

Inusitado!

Cinema e música vivos disse...

interessante!

Dani Amorim disse...

Quisera eu entender um poema tão simples mas ao mesmo tempo tão complexo.

ostons2.0 disse...

Digamos que é algo complexo as vezes a simplicindade é melhor

Marcela Barreto disse...

Agridoce.

Sociedade e controle, mas você só enxerga a miséria generalizada. Vá além...

Quanto a liberdade, se para você a tomada é empecílio, devo estar certa.

http://eisolteoverbo.blogspot.com/

lollyoliver disse...

Totalmente inusitado!
http://lollyoliver.wordpress.com/2011/09/04/novas-aquisicoes-esmaltes/

France Câmara disse...

Interessante, na primeira vez que li não entendi, mas na segunda percebi o sentido:} beijos
http://apaixonadasporcosmeticos.blogspot.com/
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Guilherme Augusto disse...

Sensação que só quem tem pode explicar... só não falo mais para não falar bobagem, pois ainda estou tentando compreender também... :)